Qua, 22 de Fevereiro de 2012 10:34
Escrito por Bruno Tacon
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De acordo com a Norma NBR 10.004 – Resíduos Sólidos – Classificação da ABNT, os resíduos são separados com a seguinte classificação:
Resíduos classe I: são aqueles considerados perigosos;
Resíduos classe II: são aqueles considerados não-inertes e
Resíduos classe III: são aqueles que são inertes.
Consideramos resíduos de classe I aqueles que apresentem periculosidade e também um alto potencial contaminante, sendo eles inflamáveis, corrosivos, reativos (radioativos), tóxicos e patogênicos.
Os resíduos classe II são os resíduos não-perigosos, porém apresentam uma característica reagente e com alta solubilidade, normalmente essa solubilidade é medida com a forma que o resíduo se mistura com a água.
Já os resíduos classe III são considerados resíduos inertes, aqueles que não se misturam com a água, não possuindo um potencial solúvel.
Há varias formas adequadas de destinação de resíduos, entretanto essa destinação deverá ser escolhida através da classificação dos resíduos, tentando aproveitar o máximo dos resíduos como matéria-prima para outros processos. As formas mais comuns de destinação são os aterros sanitários com classes distintas, aterros indústrias, para a incineração, tratamento térmico (microondas), co-processamento, compostagem ( resíduos orgânicos) e a reciclagem.
Em São Paulo há um documento chamado de Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental – CADRI, que aprova o encaminhamento de resíduos industriais a locais de reprocessamento, armazenamento, tratamento ou disposição final, licenciados ou autorizados pela CETESB. Basicamente a necessidade do CADRI é prioritária aos resíduos de classe I, sendo assim os geradores de tais resíduos devem se atentar a retirada do CADRI evitando problemas para a empresa. |
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Última atualização ( Qua, 22 de Fevereiro de 2012 10:39 )
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 10:15
Escrito por Administrator
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Visando incentivar a sociedade a utilizar as sacolas retornáveis em função da proibição do uso e comercialização das sacolas plásticas surge o Projeto Refazendo, uma parceria entre o Clube de Mães do Brasil e a Arcos Dourados, empresa que opera a marca McDonald’s na América Latina. O projeto tem por objetivo utilizar para a confecção das sacolas banners e outros materiais de comunicação visual do McDonald’s. O resultado são bolsas super criativas e que geram para a marca uma grande visibilidade além de também poder ser utilizada em ações de comunicação interna. Esta solução é um ótimo para a ser seguido por outras empresas que queiram se tornar ecologicamente corretas. |
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Última atualização ( Qua, 22 de Fevereiro de 2012 10:19 )
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 09:50
Escrito por Administrator
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Com o inovador decompositor, desenvolvido pela empresa Eco-Wiz de Cingapura, alimentos podem ser decompostos em apenas 24h, transformando-os em um líquido rico em nutrientes ou adubo. Este líquido pode ser utilizado como fertilizante para jardins, enquanto a água é limpa suficiente para ser usada na lavagem de pisos ou rega de plantas e muitos outros fins, menos para beber. A partir de uma tonelada de resíduos de alimentos a ferramenta pode gerar 267 litros de água, sendo assim alimentos que provavelmente são destinados e desperdiçados em aterros podem gerar o fornecimento de água para inúmeros fins. A proprietária da empresa, Renee Mison, ainda irá investir uma grande quantia de seu capital para melhorar o dispositivo, sendo que já foram gastos mais de 380 mil dólares em pesquisa e desenvolvimento para transformar o decompositor em uma ferramenta perfeita de gestão da água e resíduos.
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Última atualização ( Qua, 22 de Fevereiro de 2012 09:56 )
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Sex, 17 de Fevereiro de 2012 09:22
Escrito por Administrator
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Muitas campanhas foram e ainda são feitas para incentivar a separação de materiais recicláveis no lixo. Quando a população começa a acostumar-se com este hábito outro problema surge: a falta de coleta seletiva. Prédios e condomínios de São Paulo estão acumulando este lixo reciclável, e a demanda torna-se cada vez mais maior. No entanto, a estrutura do prefeitura conta com 21 centrais de triagem, o que não consegue atender ao processamento diário de todo o material produzido na cidade. Os síndicos jogam o lixo que poderia ser reciclado, juntamente com os detritos comuns. O volume médio de resíduos coletados diariamente aumentou em 12,5%, na cidade de São Paulo de 2009 para 2011. Antes eram 16 mil toneladas por dia, este número saltou para 18 mil. Mas, a quantidade de itens enviados para a reciclagem continua em aproximadamente 1%.
Outra dificuldade tem tido a coleta do material reaproveitável. "As cooperativas nem sempre funcionam. Como sou grande gerador de lixo, fiz uma parceria com uma ONG para a coleta, mas tem semanas que eles não recolhem o material reciclável e ele fica se acumulando na garagem", disse o síndico do condomínio, Affonso Celso Prazeres de Oliveira, ao jornal O Estado de S. Paulo. |
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Última atualização ( Sex, 17 de Fevereiro de 2012 09:33 )
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Sex, 17 de Fevereiro de 2012 09:14
Escrito por Administrator
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Segundo reportagem do portal Ciclo Vivo, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) divulgaram recentemente um estudo com dados sobre as características de dois grandes rios que cortam a capital paulista, Tietê e Pinheiros, mostrando que os elementos encontrados neles são distintos, portanto mereceriam tratamentos diferenciados.
O trabalho de pesquisa, feito por uma equipe de sete especialistas ligados à área de saneamento e saúde ambiental, foi realizado durante o período de agosto de 2007 até dezembro de 2008. Através da análise, puderem ser identificados 134 elementos químicos diferentes presentes no trecho urbano dos rios.
A conclusão a que os pesquisadores chegaram é de que existem tipos diferentes de poluições nos dois rios. Além disso, os fatores que mais prejudicam a qualidade da água são os resíduos industriais e o esgoto doméstico.
No caso do rio Tietê, que recebe também as águas do rio Pinheiros, foram identificadas altas concentrações de fósforo, nitrogênio amoniacal, DBO e detergentes. Esses resquícios dão a ideia de que ele seja mais afetado pelos resíduos domésticos, no entanto, também foram identificados elementos resultantes da indústria, como: pilhas e solventes, produtos usados em limpeza a seco e em atividades de “desengorduramento” de metal.
Já o rio Pinheiros, que também teve elementos exclusivos encontrados em suas águas, registrou-se a presença de compostos agrícolas, mesmo que praticamente nenhuma atividade do tipo seja realizada em seu leito. Uma possível explicação é de que os organoclorados identificados sejam fruto do uso de inseticidas aplicados nas margens do rio para reduzir a quantidade de mosquitos. A maior preocupação é em relação aos impactos que a substância pode ter na contaminação da água, pois é considerada cancerígena.
Para os pesquisadores, os dados comprovam que a grande responsabilidade pela poluição dos dois rios é, em grande parte, da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). “A concentração de hidrocarboneto da água (algo que pode ser creditado à omissão da Prefeitura) é ínfima quando comparada à presença de substâncias oriundas do esgoto (que deveria ser tratado pela Sabedp)”, explicou o promotor e coautor do estudo, José Eduardo Lutti, do Ministério Público de São Paulo, em declaração ao jornal O Estado de S. Paulo. O rio Tietê ainda recebe o esgoto proveniente de 33 bairros da metrópole.
O trabalho de recuperação dos rios tem sido feito há muitos anos e hoje está na terceira fase. A etapa, iniciada em agosto de 2011, conta com investimentos de R$ 1,5 bilhão e se prorrogará pelos próximos dez anos. |
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Última atualização ( Sex, 17 de Fevereiro de 2012 09:20 )
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